quarta-feira, 29 de julho de 2009

LED interativo brinca com o público no Piccadilly Circus



Em maio relatei um projeto de DOOH interativo conceitualmente muito simples em Piccadilly Circus. Na tela vizinha a do McDonald´s realizaram um projeto um pouco mais complexo e interativo, em que surgem mensagens na tela brincando com o público. A campanha foi realizada para a Glaceau VitaminWater.

O desafio aqui foi a necessidade de um ser humano, relativamente esperto e engraçado, acompanhando o que acontece e postando as mensagens. No vídeo abaixo a tela convoca um grupo de estudantes para fazerem fila e "do the conga!"



terça-feira, 28 de julho de 2009

Conheça os planos da Microsoft para suas lojas

Todos já tivemos a oportunidade de nos encantar por alguma Apple Store e aprender com a forma que ajudaram a re-modelar o varejo. A Microsoft recentemente anunciou seus planos de abrir suas próprias lojas. Supostamente a apresentação da empresa de design vazou para o site Gizmodo e está disponível para vermos os planos iniciais da gigante.


Sendo o varejo um dos principais segmentos de interesse para a mídia digital out of home, fico muito feliz em ver que há diversas telas espalhadas pelo ambiente em posições centrais.

Tipicamente o que ocorre é a loja ser projetada e depois serem acrescentadas telas em algum espaço que sobrou. Na prática, tenho visto muito mais sucesso quando a loja já é projetada levando em conta a comunicação audiovisual, como foi o caso da Microsoft.

Acredito que esse projeto servirá como uma nova referência no varejo e que estimule os designers de lojas a focar mais na colocação de telas.

Vale lembrar que não há anunciantes externos nesse caso, as telas servem unicamente para o fim de criar uma experiência diferenciada no PDV assim como estimular a compra dos produtos da Microsoft. O modelo de publicidade no varejo tem que ser analisado caso a caso e com muita cautela, sempre lembrando que o benefício maior é na venda de mais produtos, branding e fidelização.

sábado, 25 de julho de 2009

Pesquisadores do MIT apresentam o EyeStop, um ponto de ônibus que funciona como um iPhone.

Imagine se os pontos de ônibus da sua cidade permitissem você acessar a Internet, responder e-mails, compartilhar informações com a comunidade local, ou até mesmo checar as condições da qualidade do ar? E talvez, melhor ainda, se ele pudesse informar a localização exata do ônibus que você esta esperando?

Os engenheiros e arquitetos do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) desenvolveram esta idéia e apresentaram seu design durante o Il Genio Fiorentino, evento anual que acontece em Florença, Itália. Batizado de EyeStop e desenvolvido pelo MIT SENSEable City Lab, em parceria com o departamento de transito de Florença, o EyeStop literalmente espanta o tédio de esperar por um ônibus, e além disso, revela o design em potencial que está por vir no futuro dos transportes urbanos.


Em resumo, o projeto consiste em uma estrutura coberta com telas e tinta (e-INK) sensíveis ao toque, bem como uma série de sensores ultra modernos. Os usuários poderão planejar itinerários em um mapa interativo, navegar na web, verificar as condições atuais e a previsão do tempo, interagir com seus aparelhos portáteis, etc. Além de toda interatividade co o público, o abrigo em si será capaz de carregar suas baterias por meio da energia solar e também trocar informações com os demais pontos da cidade.


Artigo produzido com informações da digitalsignageexpo.net.


quarta-feira, 22 de julho de 2009

Assista a apresentação do Brian Dusho no evento da ABDOH

O evento organizado pela ABDOH e realizado em maio e foi um marco histórico no segmento no Brasil. A ABDOH disponibilizou para o mercado os vídeos e apresentações do evento. Recomendo sobretudo para empresas envolvidas com comercialização de mídia publicitária em redes DOOH.

Acredito que o alto nível dos participantes e dos temas demonstram um elevado grau de maturidade de nosso mercado em termos de conhecimento - uma vez que em números de telas instaladas, se comparado a países na América do Norte ou Europa, nosso mercado ainda é incipiente. (Percebo isso como uma enorme vantagem - podemos crescer a luz das experiências internacionais e adicionar nossas próprias soluções e inovações).

A palestra não foi um "Digital Signage 101", mas uma discussão em linha com o que há de mais recente sendo discutido no mercado interncional.

Em posts anteriores explorei alguns dos temas da apresentação, sobretudo sobre o estudo de caso Team Fox e sobre portais agregadores de mídia. Visite o hotsite do evento e assista aos vídeos na integra.

Mais uma vez parabenizo a ABDOH, aos patrocinadores do evento (LG e Terra) e apoios pela excelente iniciativa.

terça-feira, 21 de julho de 2009

A mais presente comunicação OOH é a pior de todas..

Recebi de um amigo da MarketingLab o trailer sobre o filme abaixo, falando da mais presente e única (brasileira) forma de expressão OOH nos nossos centros urbanos - a pixação. É lamentável ver tanto desperdício de potencial humano - ousadia, capacidade de organização em grupos, criatividade - traduzida em depredação, em uma subversão estúpida da rebeldia, um grito de angústia em letras tortas.

Senhores, nossa responsabilidade não é pequena. Somos os empreendedores de um revolucionário meio de comunicação que é cada vez mais onipresente e que só vai crescer. Façam valer a sua mensagem.




Anuncie.. na lua!!!!!

Nada melhor do que aproveitar o gancho midiático dos 40 anos do pouso do homem a lua para.. anunciar sua marca na lua!!!!!!

Sempre digo aos amigos empreendedores que uma boa idéia não vale mais do que R$1 - a questão é a execução!!! No entanto, a turma do moonpublicity.com promete estampar sua marca na superfície da lua. Pequenos robôs deixam um rastro no solo lunar e o efeito é criado através da sombra nesses rastros (como nunca pensei nisso???!!!!!). Infelizmente não há informações sobre preços nem previsão de disponibilidade (que pena, já estava pensando em uma campanha inesquecível para o Mundooh!)

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Pesquisa da JCDecaux diz para onde a audiência está olhando


Utilizando tecnologia da Eyetracker, originalmente desenvolvida para fins militares, a JCDecaux realizou uma pesquisa em suas instalações em aeroportos para averiguar exatamente como se comporta a atenção de sua audiência.

Entre os resultados, destaco a confirmação de que nesses ambientes onde a audiência está se movendo (similar a um shopping por exemplo), o tempo de atenção para cada tela ficou em 0.3 segundos. Durante o trajeto, cada tela foi vista em média 1.1x, provando que cada tela é vista ao menos uma vez.

Com 100 telas instaladas, concluíram que a melhor estratégia é espalhar as telas ao invés de agrupá-las em grupos de 3 ou 4. Dessa forma você realiza um primeiro impacto em uma tela e pouco depois vai reforçando a mensagem nas próximas telas.

Os resultados estão disponíveis online e os vídeos são particularmente interessantes.

Bom final de semana!!!!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Inscrições abertas para o Digi-Awards 2010

O DIGI Awards é provavelmente o prêmio mais conhecido do mercado de Digital Signage. O prêmio é patrocinado pelo Digital Signage Magazine e o The Digital Signage Group.

Certamente existem bons projetos no Brasil com nível para concorrer e faturar em algumas dessas categorias. Uma maior participação brasileira vai aos poucos abrindo os olhos do mercado (e investidores) internacionais.

O prêmio é válido para projetos instalados de novembro de 2008 e ao longo de 2009. Dessa vez os premiados serão conhecidos no Digital Signage Show em 10-11 de Novembro, 2009.

As inscrições estão abertas.

As categorias concorrendo a prêmios serão:

• Retail roll out, local

• Retail roll out, national

• Interactive technology roll out, local

• Interactive technology roll out, national

• Best new Technology Innovation for Digital Signage (New Products):
- Best New-Generation Display Device, Large Screen (non-LCD or Plasma)


- Best Display Device, Small Screen (less than 20 inches)
- Best Content Management Software/Web-based
- Best Content Management Software/Premise-based
- Best Audience Measurement package

• Best Deployment- The Integration of Technology and Creativity
- Transportation
- Entertainment
- Corporate Communication
-Wayfinding

• Integration of Digital Signage and Mobile/Cell Phone Technology

• Best Content Awards:
- Merchandising
- Ambience/Brand Building
- Corporate Communication
- Interactive
- Advertising

• Judges Award

Boa sorte!!!!!!!!

Sucesso dos operadores, dificuldade entre desenvolvedores

Ontem falamos sobre uma positiva movimentação de consolidação no mercado norte americano. O relatado foi somente um dos exemplos. Vale também citar a aquisição da Alloy Fitness pela Health Club Media Network, a fusão da Fuelcast e Bhootan para formar a Outcast, assim como a Zoom Media que vem realizando diversas aquisições de empresas menores. Esses são alguns exemplos com redes de mais de 1000 telas e acredito que a movimentação vai continuar.

É totalmente natural que essa tendência comece a se acentuar no Brasil ao longo dos próximos 1-2 anos. Com as operações mais maduras tecnicamente e comercialmente se fundindo, adquirindo menores e atraindo as oportunidades internacionais.

Em posts anteriores destaquei a dificuldade no desenvolvimento de software para esse mercado. Na semana passada circularam rumores de que a Telentice estaria mal das pernas. A empresa fornece software para a CBS Outdoor em projetos no Reino Unido, o que já lhes deram papel de destaque em diversos rankings como uma das "top 10" promessas para 2009. Sem maiores informações, aguardaremos um desfecho, mas tudo indica que se até o final do mês nenhum interessado surgir, a empresa fecha suas portas. Um de seus projetos mais interessante e famosos foi a escadaria no metro de Londres, o que também já indicava uma possível maior vocação da Telentice para conteúdo, ao invés de desenvolvimento (a ferramenta foi desenvolvida a partir de uma ferramenta existente da Fujitsu). Veja um exemplo:




A Dynamax ascendeu rapidamente fornecendo software para a ClearChannel na Inglaterra e com projetos regionais com a Titan e a JCDecaux. Confiantes no sucesso inicial e acreditando em uma expansão, voltaram as atenções para o mercado Norte Americano. Duas semanas atrás anunciaram o fechamento de suas operações nos Estados Unidos e liquidaram a Dynamax LLC, o que representa absorver um significativo prejuízo e fracassar no principal mercado internacional, mesmo não havendo indicação de que a Dynamax esteja em nenhum tipo de situação financeira crítica. Os clientes Norte Americanos voltam a ser atendidos pela sede européia. No Brasil a ferramenta da Dynamax é disponibilizada através da inovadora empresa Paranaense Intuitto.

A Clearchannel Inglesa teve outro desapontamento quando no dia 10 de julho a VMG, responsável por sua estratégia digital em Shoppings, teve a negociação de suas ações suspensas na AIM.

A Curiosa AdWalker, com um modelo bastante inédito de mídia parece que finalmente sucumbiu no dia 8 de julho. Ao que parece a empresa não conseguiu sustentar seu crescimento baseado nas vendas esporádicas de mídia. Outras empresas com modelo semelhante, como a Pixmen ou a Cubb tem apresentado bons resultados, em particular pelo sucesso em desenvolver relações duradouras com as marcas e agências.

Esse tema retorna para onde começamos no post passado. A Danoo capitalizou em cima de alta segmentação e regionalização, sobretudo na comercialização de mídia que eles chamam de "hiperlocal". Ou seja, uma boa estratégia de comercialização de mídia com um foco nos anunciantes locais e trabalhando as agências para as maiores compras. Modelo de sucesso.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Consolidação e quebra no mercado internacional

A semana passada foi marcada por dois movimentos na indústria, de consolidação e sucesso assim como de quebra e downsizing.

A consolidação fica por conta da aquisição da Danoo pela NCM.

A Danoo recentemente (6 de julho) esteve nas notícias por ter adquirido a Ideacast, já dando sinais da consolidação no mercado. Com essa aquisição a Danoo passou a ter 1000 academias, 7800 telas em assentos de avião (JetBlue, Continental, Frontier), 850 lojas de café além de presença em lojas dentro de 25 aeroportos.

A NCM foi uma das principais responsáveis na consolidação da publicidade digital em salas de cinema ao longo dos últimos 7 anos. Sua receita anual girou em torno de USD$200 milhões em 2008, presente em 1325 cinemas e 16800 telas em 46 dos 50 estados dos EUA, listada na NASDAQ e com valor de mercado de $543 milhões - um gigante, mesmo quando comparado as maiores operações de digital signage no mundo. A principal investidor da NCM é o fundo de VC Kleiner Perkins Caufield & Byers. O mercado norte americano de publicidade em salas de cinema foi estimado em $571 milhões em 2008.

A NCM encontrou na Danoo uma empresa menor, capitalizada e inovadora, com o potencial de alavancar o digital signage para as outras áreas dos multiplex, fora do interior escuro das salas. A inovação da Danoo vem em diversos sabores:
- Editores de conteúdo localizados na principais cidades atendidas, com notícias regionalizadas e relevantes
- Utilização de recursos criativos e técnicos fora dos EUA (há uma base na China), gerando conteúdo de qualidade a baixo custo trabalhando basicamente com 2D e Flash.

Muito da estratégia da Danoo está em atingir "hard-to-reach mobile, urban professionals and frequent flyers". Vamos esquecer por um instante o mantra "content is king" e pensar em "planejamento is king!" (perdoem meu inglês). Imagine-se nesse perfil - vc acorda, toma um café, pega a ponte-aérea, termina o dia em uma academia - a Danoo estará lá com você.

Quanto as quebras no mercado.. leiam amanhã no próximo post..

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Chrome OS, bomba na Microsoft. E para nós, muda algo?


A notícia de lançamento do Chrome OS deve estar chegando como uma bomba na Microsoft, o maior alvo do Google nesse lançamento.

A maioria dos netbooks por aí vem com o Windows XP, um sistema com 8 anos de uso. O Google fez uma plataforma totalmente voltada para web, sobre uma plataforma open-source e que vai rodar não somente nos procesadores x86 mas também nos processadores ARM. O Gooogle fez acordos de OEM com a HP, Acer, Asus e Dell.

O que o Google fez com o Chrome OS, basicamente foi fazer um sistema operacional sem ter que fazer um - bastando montar sua interface web sobre uma plataforma aberta já existente (o kernel Linux). De certa forma é um recado semelhante que passo ao mercado de mídia DOOH sobre software - buscar plataforma abertas e não re-inventar a roda com muito desenvolvimento proprietário, sobretudo se o objetivo primário da empresa não for ser uma empresa de software.

Naturalmente que esperamos uma resposta da Microsoft no Windows 7. Toda essa euforia foi relatada nos principais meios de comunicação técnico do mundo essa semana.

E para nós, isso tem algum impacto? O Chrome OS pode mudar alguma coisa para nossas operações? Vamos olhar além da euforia e entender por que o Chrome OS não terá nenhum impacto como sistema operacional para Digital Signage Players:

- O Chrome na verdade não é um novo sistema operacional, mas sim o browser Chrome funcionando como interface de usuário sobre o Linux. Algumas distribuições como Moblin (moblin.org) já vem fazendo isso faz algum tempo.

- Não há vantagens financeiras para os operadores de redes. Se você já utiliza um software que funciona com Linux, o custo do sistema operacional será grátis em ambos os casos.

- O principal alvo do Chrome OS serão os netbooks através de parcerias OEM. Tipicamente as placas de vídeo de netbooks são bastante restritas, ao contrário, por exemplo, do que acontece com os nettops.

- Todas as aplicações vão rodar na internet e portanto não será possível instalar uma aplicação local que utilize recursos do PC.

Resumindo, acredito que o Chrome OS será totalmente inadequado como um sistema operacional para Digital Signage.

Nesse sentido, como um desenvolvedor, minha atenção estaria bem mais voltada a suporte para o Windows 7.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Realidade aumentada para vitrines

A realidade aumentada (augmented reality) é um tema que começa a surgir nas reuniões no Brasil e no exterior. Confesso que de início relutei para investigar mais o assunto, acreditando que a maioria das instalações ainda devem se preocupar em fazer bem os elementos básicos (como por exemplo, procurar ser relevante para a audiência em primeiro lugar, ao invés de maximizar um bombardeio de anunciantes). No entanto, com mais aplicações surgindo por aí, primariamente para webcams e o mundo online, é impossível resistir a um paralelo para projetos com telas interativas em locais públicos.

O exemplo abaixo não é em uma vitrine no varejo, mas facilmente poderia ser:


Para quem se interessou e quer ver outros exemplos:
BMW, através da utilização de óculos especiais

iPhone e navegação por GPS

Outras aplicações para celulares

quinta-feira, 9 de julho de 2009

U2: LED Barco muda de forma durante o show


Para os que se deleitaram com a viagem audiovisual do show do Roger Waters, corram pois os tickets para a nova turnê do U2 se esgotam rapidamente - como foi o caso em Barcelona no último dia 30 de Junho. Com uma resolução de 500 mil pixels é a maior tela já utilizada em uma turnê.

"Vídeo é a ferramenta mais poderosa que podemos ter no palco" diz Willie Williams, designer do show. "Mas agora que todos utilizam vídeo em shows de rock, precisávamos realizar uma mudança extrema nesse pano de fundo para sermos lembrados"

A tela muda de forma durante o show e as imagens agem como uma pele. A tecnologia de LEDs é da belga Barco.

Assista ao vídeo.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Touchwall em Cannes

Para os que tiveram o privilégio de estar em Cannes esse ano (infelizmente eu não..), uma das atrações tecnológicas foi um touchwall desenvolvido pela agência interativa Schematic. São diversas áreas de expertise e conceitos inovadores agregados para produzir algo assim. Mais importante do que ter chamado a atenção, serviu de fato a propósitos de relevância para os visitantes e participantes no evento.

Touchwall Demo from Joel on Vimeo.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Novo estudo da Nielsen derruba mitos sobre o público teen

A Nielsen lançou um estudo analisando como adolescentes consomem mídia nos EUA e derrubou alguns mitos. A conclusão geral é que enquanto eles realmente passam bastante tempo no Orkut ou MSN, ainda assistem televisão e escutam rádio, há até a sugestão de que são leitores de jornais (essa estatística eu realmente nunca vi).


O enfoque é nos adolescentes N. Americanos entre 12-17 anos (o que representa 33 milhões de pessoas). Ao contrário de abandonarem a mídia tradicional, as estatísticas subiram cerca de 6% nos últimos 5 anos. Adultos consomem consideravelmente mais televisão.

O documento está dinsponível para download.


Segue abaixo (em inglês), alguns dos achados resumidos em um artigo online:

Key Takeaways

  • Teens are NOT abandoning TV for new media: In fact, they watch more TV than ever, up 6% over the past five years in the U.S.
  • Teens love the Internet … but spend far less time browsing than adults: Teens spend 11 hours and 32 minutes per month online. Far below the average of 29 hours and 15 minutes.
  • Teens watch less online video than most adults, but the ads are highly engaging to them: Teens spend 35% less time watching online video than adults 25-34, but recall ads better when watching TV shows online than they do on television.
  • Teens read newspapers, listen to the radio and even like advertising more than most: Teens who recall TV ads are 44% more likely to say they liked the ad.
  • Teens play video games, but their tastes aren’t all for the blood-and-guts style games: Just two of their top five most-anticipated games since 2005 have been rated “Mature.”
  • Teens’ favorite TV shows, top websites and genre preferences across media are mostly the same as their parents: For U.S. teens, American Idol was the top show in 2008, Google the top website and general dramas are a preferred TV genre for teens around the world.


segunda-feira, 6 de julho de 2009

Neo Media entra na frança e lança empresa de conteúdo


O grupo suíço Neo Media Group, maior operação de DOOH europeia, segue sua expansão e inovação.

Anunciado recentemente e com uma logo renovada, a Neo chega a França. Suas telas podem ser encontradas também na Suíça, Alemanha, Reino Unido, Holanda, países escandinavos, Espanha, Portugal, Itália, Polônia, China, EUA e Canadá. Certamente uma das maiores potências mundiais em DOOH (desde o evento da ABDOH, sabemos que começam a sondar operações brasileiras também. Quem sabe não teremos Neo Brasil em 2010?).

Conforme mencionado em posts anteriores, acredito que a consolidação do mercado passa por uma consolidação tecnológica, onde diversas redes, pequenas ou grandes, estão disponíveis de maneira simples e transparente para os compradores de mídia. Para essa tendência, a Neo respondeu com o BookingDooh, um portal agregador de redes DOOH.

Como um próximo passo a conexão das redes, minha visão é passar a compartilhar outros recursos, como por exemplo conteúdo. O Brasil começa a produzir conteúdo de alto nível e a um custo interessante para os mercados internacionais.

Enquanto nosso "content marketplace" não acontece, a Neo sai na dianteira novamente, antecipando tendências, com uma empresa especializada em criação de conteúdo para o mercado, a eyeDooH. Um press release será lançada em breve. Aparentemente a nova empresa está sediada na China e tem o objetivo de atender o mercado internacional com as necessidades básicas de conteúdo como produção de vinhetas e adequação de material.

Não me surpreenderá em um futuro próximo ver essas tecnologias integradas, possibilitando a um operador de rede do outro lado do mundo solicitar um conteúdo e ele automaticamente estar disponível para a sua operação. A tecnologia para tornar isso viável já está em uso pela Neo.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Aprenda a vender mídia com o Homer Simpson


Em um artigo recente na Bloomberg foi relatado que pela primeira vez programas de TV como "Os Simpsons" e "CSI" estão gerando maior CPM nas exibições online do que no horário nobre da televisão.

Portais como Hulu (não acessível para o Brasil) e TV.com estão vendendo inserções no episódio dos Simpsons a $60CPM, enquanto que no prime-time sai em torno de $20-$40CPM.

Particulamente não encorajo a utilização de venda por CPM, mas sei que diversas redes utilizam esse termo pela melhor assimilação junto aos compradores de mídia. Tipicamente nos deparamos com ter que justificar por que o nosso CPM é mais alto do que o da TV aberta ou a cabo.

Acredito que muitas das argumentações apresentadas podem ser adaptadas para nossa realidade DOOH, motivos semelhantes aos usados para justificar que a audiência online é mais valiosa do que aquela que supostamente está sentada na poltrona.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Projeto em farmácias com ROI entre 12-16 meses

A rede de farmácias belga V.Pharma instalou um sistema de digital signage em 45 de suas lojas na bélgica. Com três meses de operação, a rede comemora grande sucesso na comercialização de mídia, reportando vendas no valor de 90 mil euros e expectativa anual na faixa de 180 mil euros, somente com as 45 lojas.

Caso esses valores se confirmem, o retorno no investimento terá ocorrido entre 12-16 meses. Tipicamente, para a maioria dos projetos, um prazo de 18 meses é considerado muito bom.

O projeto é composto por 2 canais independentes de conteúdo. O primeiro é localizado na vitrine da loja, com mensagens de 7 segundos, almejando atrair o consumidor para dentro da loja com promoções. Um segundo canal dentro da loja reforça a mensagem publicitária e também o branding da marca com mensagens um pouco mais longas, mas mantendo o foco no aumento de vendas. São utilizadas telas LCD 32".

Segundo os poucos dados divulgados, as lojas que receberam o sistema tiveram um aumento de vendas de 22% nos ítens anunciados.

Um dos principais desafios foi justamente na capacidade de administrar a segmentação de conteúdo. A região tem 2 idiomas, com 2 canais = 4 playlists com uma pequena rede de somente 45 pontos. (Para operações ligeiramente maiores, uma tecnologia com automação de playlists já seria bem mais indicado, reduzindo sensivelmente o trabalho de agendamento de conteúdo).

É interessante destacar o modelo de negócios. O investimento no projeto foi realizado pela V.Pharma e executado pela empresa iDklic. A iDklic é responsável pela operação e também pela comercialização da mídia.

Tendo em vista o amadurecimento de nosso mercado nos últimos anos, espero ver mais desse modelo replicado aqui pelo Brasil. A expectativa da "corrida do ouro", do "pendurem as telas que os anunciantes virão", creio já passaram. Os benefícios para o varejista são evidentes - fidelização de clientes, modernização do visual das lojas, aumento nas vendas, melhor comunicação com público e funcionários..

Muitas vezes o varejista aceita a proposta de uma instalação grátis por um terceiro, e, como diz o velho ditado "se é grátis, é por que não tem valor". É importante ter o local hospedeiro do sistema engajado no projeto e preferencialmente compartilhando alguma parte ou a maioria do risco - se a mídia não vender, o varejista sempre é beneficiado com uma instalação de Digital Signage pelos benefícios citados acima. (ok, ok, sei que hoje ainda não é bem assim que funciona, mas esta aí um bom case para mostrar o sucesso).

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Tirem o fio da tomada!

Ainda não é nesse post que vou falar sobre os projetos de pouco sucesso na utilização de áudio, onde misteriosamente o sistema (telas e PC) é desligado da tomada. O tema hoje é outro, a empresa abaixo promete, literalmente, eliminar a conexão da tomada usando energia wireless.

Powerbeam - wireless electricity.

Ainda em fase de protótipo, as aplicações mais imediatas são:

- molduras digitais (para fotografias e pequenos videos - pode ser fixo a parede sem a inconveniência dos fios, a internet vai via wi-fi)
- Caixas de som amplificadas
- Iluminação ambiente (abajures e luminárias)