Continuo fã do trabalho da Artisan Live, o braço de mídia digital out of home da Artisan Complete, uma agência canadense de publicidade e marketing.
Seu conteúdo regularmente fatura alguns prêmios e através do link no YouTube podemos ver alguns exemplos.
Falei sobre outro projeto premiado deles em um post passado, uma boa referência para projetos no varejo.
terça-feira, 30 de junho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
O que torna a rVue diferente dos demais portais agregadores?

Os portais agregadores de redes de mídia digital out-of-home são um tema recorrente nesse blog. Sua importância é a promessa de maior receita com comercialização de mídia para as empresas que vem investindo em construir suas redes e na simplificação e credibilidade para o comprador. A rVue é um exemplo de portal agregador, com a diferença de que todo o processo de reserva de espaço e distribuição do conteúdo é automatizado do portal até a tela.
O mercado começa a perceber que mesmo com algumas centenas de telas ainda é difícil fazer parte do planejamento das agências. A comercialização depende de vendas ocasionais de oportunidade com as agências ou através de anunciantes diretos regionais.
As principais dificuldades em estar no planejamento são:
- Desconhecimento do mercado comprador de mídia sobre esse recente e revolucionário veículo (vem melhorando muito)
- Massa crítica (pequena audiência)
- Falta de padronização no formato comercial (venda por telas, inserções, audiência etc)
- Baixa utilização de formas confiáveis de comprovação
Os portais agregadores de mídia oferecem exatamente a possibilidade de um contato único padronizado para diversas oportunidades de veiculação como se fosse uma grande rede.
A maior campanha já realizada em um agregado de redes de Digital Signage foi tema de meu último post, envolvendo 22 redes diferentes, 137 mil telas em 200 cidades. Os resultados para o anunciante foram extremamente positivos. Mas mostrou que a realização entre redes com tecnologias diferentes impõe limites técnicos como por exemplo na produção de conteúdo, agendamento em playlists, distribuição, relatórios diferentes - envolvendo dezenas de pessoas entre as diferentes empresas e suas redes.
Enquanto portais como a SeeSaw e Adcentricity se posicionam meramente como "representantes comerciais", a rVue fez uma parceria com a BroadSign, maior fornecedora mundial de uma solução Software como Serviço (SaaS) e automatizou os processos de mídia. Com 25 mil localidades conectadas a um mesmo Datacenter, a rVue possibilita unificar essas operações e ser um portal comercial para todas elas. Dessa forma, quando um arquivo é enviado através do portal, ele é automaticamente distribuido para todas as telas reservadas, de maneira transparente para o anunciante assim como para o operador de rede. Os benefícios são consideráveis para todas as partes envolvidas, conferindo a credibilidade e simplicidade no lado do comprador de mídia e automatização e redução de custos no processo do operador de rede.
Um outro ponto interessante é que a SeeSaw, Adcentricity e a BookingDooh trabalham reservando a "sobra" no inventário. Ou seja, o operador de rede reserva um % da grade para o portal que compra ou não aquele espaço por um preço estipulado previamente. Isso é interessante enquanto a maioria das redes não trabalham com grade cheia - dessa forma torna-se possível vender, mesmo que por um preço mais baixo, espaço ocioso na grade. A rVue funciona de maneira diferente. Quando um pedido é feito, o operador de rede recebe um email com a proposta e ele pode aceitar ou recusar, de acordo com o que for de seu melhor interesse. Caso ele aceite, o conteúdo é automaticamente agendado na grade de sua rede utilizando a integração do portal da rVue com o BroadSign Open.
Deixe seu comentário, você se conectaria a uma rede como a rVue caso estivesse disponível no seu país?
terça-feira, 9 de junho de 2009
Como conseguiremos atingir massa crítica: Case Team Fox
Foi apresentado durante o evento Caminhos da ABDOH o estudo de caso da campanha "Team Fox", executada conjuntamente em 22 empresas membras da OVAB na América do Norte. A rede agregada envolve 137 mil telas em 200 cidades e impactou 1,3 bilhão de impressões durante as 9 semanas, a um valor estimado de campanha de USD$8 milhões
.

Mencionei anteriormente o tema de agregadores de mídia, no entanto, nenhuma campanha em grande escala ainda havia sido executada envolvendo uma massa crítica tão comparável aos meios de comunicação de massa. Os objetivos do "anunciante", a fundação do ator Michael J. Fox voltada para estudos sobre Parkinson, foram totalmente alcançados com o conhecimento sobre a campanha (awareness) aumentando em 21%. Outro interessante resultado foi o crescimento nas buscas pelo termo "Team Fox" no Google, com aumento de 20%-40% durante e após a campanha.
Os resultados estão disponíveis online e indiscutivelmente sinalizam aos grandes anunciantes e compradores de mídia o poder da mídia digital out-of-home. Todos os relatórios e atividades envolvidas no processo de reserva da campanha foram realizados por um único contato, tornando-a tão simples como uma compra online ou outro meio de comunicação de massa.
Do ponto de vista prático, entregamos a massa crítica compatível com o planejamento dos grandes compradores de mídia, no entanto, descobrimos que temos um sério impedimento para reproduzir essa massa crítica - os processos de agendamento, distribuição, geração de relatórios etc são praticamente uma versão "digitalizada" dos métodos manuais utilizados desde a época dos posters impressos.
Cada uma das 22 redes recebeu um conteúdo, re-adequou para suas telas e tecnologia, agendou em sua playlist (cada um a sua maneira), e cada um gerou um formato de relatório diferente. Esses relatórios foram re-editados para formar um relatório único para entrega ao Team Fox.
Na prática toda essa logística foi muito ineficaz e consumiu muitos "homem-hora" e seria impossível realizar se tivessem, digamos, 50 redes ao invés de 22. O processo manual coloca um limite físico ao conceito de agregação de mídia e a obtenção de massa crítica no mercado. Dessa forma, o DOOH nunca atingirá uma massa crítica, certo?
Talvez não...
- Atualmente não existe interoperabilidade entre os diferentes softwares no mercado. Essa é uma potencial solução, criar um "standard" para o desenvolvimento da aplicação "player".
- Algumas empresas começam a fornecer APIs/SDKs para comunicação direta com os servidores da aplicação, o que torna, teoricamente possível, a interoperabilidade entre plataformas. Na prática, o funcionamento e objetivos de cada ferramenta são diferentes, portanto, por exemplo, para realizar uma campanha com reserva baseada em demografia e visando um número x de repetições, essa lógica teria que ser também programada nos softwares baseados em playlists.. o que não é simples se o software já não foi desenvolvido assim.
A conclusão é que no futuro deve haver um "backbone" único conectando as diferentes redes e interoperabilidade entre os softwares. Dessa forma, quando um anunciante reserva uma campanha através de um portal, por exemplo, essa mídia já é automaticamente agendada e distribuída de maneira transparente em "n" redes distintas de DOOH. Para o operador de rede, tudo que vai fazer é expandir sua rede, verificar o grau de ocupação de sua grade e contabilizar.
A PI (Pedido de Inserção) e relatórios de comprovação são gerados por essa mesma interface/portal e o cliente não tem que saber que veiculou na rede A, B ou C, mas sim que atingiu sua audiência no target, que os relatórios são confiáveis e que o processo tem credibilidade comprovada.
O operador de rede, para todos os fins uma empresa de "mídia", um "veículo", pode tirar seu foco de TI para orientar aos seus verdadeiros objetivos de negócio.
Atualmente o modelo SaaS (Software como serviço), é uma forma de interconectar clientes ao ter diversas redes "hospedadas" em uma infra-estrutura única. No entanto, fora raras exceções, isso implica em novos desafios para a maioria dos fabricantes de software, como por exemplo, ter uma aplicação servidora voltada para clustering e o know-how para gerenciamento de infra-estrutura (é muito mais complexo do que se imagina).
Há uma iniciativa no mercado brasileiro que já começa a se manifestar no sentido de integrar diferentes redes em um processo automatizado. Ainda que incipiente, acredito que os resultados virão rapidamente. O Brasil, capitalizando nas experiências internacionais, pode dar o primeiro exemplo mundial de uma rede de DOOH totalmente integrada e automatizada. O momento é oportuno...
Para maiores informações, entre em contato ou.. aguarde cenas dos próximos capítulos..
Como operador de rede, você teria interesse em se associar a uma rede nacional/internacional de comercialização de mídia? E como comprador de mídia, ter uma ferramenta online orientada para o público target e com audiência auditada e relatórios de comprovação com credibilidade comprovada colocaria a mídia DOOH em seu planejamento de maneira definitiva? Deixe seus comentários.
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Mencionei anteriormente o tema de agregadores de mídia, no entanto, nenhuma campanha em grande escala ainda havia sido executada envolvendo uma massa crítica tão comparável aos meios de comunicação de massa. Os objetivos do "anunciante", a fundação do ator Michael J. Fox voltada para estudos sobre Parkinson, foram totalmente alcançados com o conhecimento sobre a campanha (awareness) aumentando em 21%. Outro interessante resultado foi o crescimento nas buscas pelo termo "Team Fox" no Google, com aumento de 20%-40% durante e após a campanha.

Os resultados estão disponíveis online e indiscutivelmente sinalizam aos grandes anunciantes e compradores de mídia o poder da mídia digital out-of-home. Todos os relatórios e atividades envolvidas no processo de reserva da campanha foram realizados por um único contato, tornando-a tão simples como uma compra online ou outro meio de comunicação de massa.
Do ponto de vista prático, entregamos a massa crítica compatível com o planejamento dos grandes compradores de mídia, no entanto, descobrimos que temos um sério impedimento para reproduzir essa massa crítica - os processos de agendamento, distribuição, geração de relatórios etc são praticamente uma versão "digitalizada" dos métodos manuais utilizados desde a época dos posters impressos.
Cada uma das 22 redes recebeu um conteúdo, re-adequou para suas telas e tecnologia, agendou em sua playlist (cada um a sua maneira), e cada um gerou um formato de relatório diferente. Esses relatórios foram re-editados para formar um relatório único para entrega ao Team Fox.
Na prática toda essa logística foi muito ineficaz e consumiu muitos "homem-hora" e seria impossível realizar se tivessem, digamos, 50 redes ao invés de 22. O processo manual coloca um limite físico ao conceito de agregação de mídia e a obtenção de massa crítica no mercado. Dessa forma, o DOOH nunca atingirá uma massa crítica, certo?
Talvez não...
- Atualmente não existe interoperabilidade entre os diferentes softwares no mercado. Essa é uma potencial solução, criar um "standard" para o desenvolvimento da aplicação "player".
- Algumas empresas começam a fornecer APIs/SDKs para comunicação direta com os servidores da aplicação, o que torna, teoricamente possível, a interoperabilidade entre plataformas. Na prática, o funcionamento e objetivos de cada ferramenta são diferentes, portanto, por exemplo, para realizar uma campanha com reserva baseada em demografia e visando um número x de repetições, essa lógica teria que ser também programada nos softwares baseados em playlists.. o que não é simples se o software já não foi desenvolvido assim.
A conclusão é que no futuro deve haver um "backbone" único conectando as diferentes redes e interoperabilidade entre os softwares. Dessa forma, quando um anunciante reserva uma campanha através de um portal, por exemplo, essa mídia já é automaticamente agendada e distribuída de maneira transparente em "n" redes distintas de DOOH. Para o operador de rede, tudo que vai fazer é expandir sua rede, verificar o grau de ocupação de sua grade e contabilizar.
A PI (Pedido de Inserção) e relatórios de comprovação são gerados por essa mesma interface/portal e o cliente não tem que saber que veiculou na rede A, B ou C, mas sim que atingiu sua audiência no target, que os relatórios são confiáveis e que o processo tem credibilidade comprovada.
O operador de rede, para todos os fins uma empresa de "mídia", um "veículo", pode tirar seu foco de TI para orientar aos seus verdadeiros objetivos de negócio.
Atualmente o modelo SaaS (Software como serviço), é uma forma de interconectar clientes ao ter diversas redes "hospedadas" em uma infra-estrutura única. No entanto, fora raras exceções, isso implica em novos desafios para a maioria dos fabricantes de software, como por exemplo, ter uma aplicação servidora voltada para clustering e o know-how para gerenciamento de infra-estrutura (é muito mais complexo do que se imagina).
Há uma iniciativa no mercado brasileiro que já começa a se manifestar no sentido de integrar diferentes redes em um processo automatizado. Ainda que incipiente, acredito que os resultados virão rapidamente. O Brasil, capitalizando nas experiências internacionais, pode dar o primeiro exemplo mundial de uma rede de DOOH totalmente integrada e automatizada. O momento é oportuno...
Para maiores informações, entre em contato ou.. aguarde cenas dos próximos capítulos..
Como operador de rede, você teria interesse em se associar a uma rede nacional/internacional de comercialização de mídia? E como comprador de mídia, ter uma ferramenta online orientada para o público target e com audiência auditada e relatórios de comprovação com credibilidade comprovada colocaria a mídia DOOH em seu planejamento de maneira definitiva? Deixe seus comentários.
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
Usuários do iPhone podem controlar paineis de Sinalização Digital

Londres
Através de uma parceria entre a CBS Outdoor e a Clusta, agora já é possível interagir com campanhas veiculadas em painéis de Sinalização Digital.
Tudo funciona por meio de conexões WiFi, SMS ou 3G de aparelhos como iPhone ou outros aparelhos similares. É possível pichar a tela, mover objetos, mudar a cores, etc.
A ideia simples é: atrair consumidores e aumentar as vendas.
Fonte: Campaing Live
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Interatividade por gestos, Microsoft Project Natal
Apresentado ao mercado por Steven Spielberg durante o Electronic Entertainment Expo, o sistema traz o conceito de "controller-free gaming", ou seja, interação com um espaço virtual inteiramente por gestos. Por mais que a ênfase inicial sejam os jogos (XBOX), tem a capacidade de alterar dramaticamente o tipo de interação out-of-home, programas de fidelidade e o PDV.
(Veja por exemplo a aplicação de interação social aos 2:20 envolvendo, além dos gestos, reconhecimento facil e comando de voz).
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(Veja por exemplo a aplicação de interação social aos 2:20 envolvendo, além dos gestos, reconhecimento facil e comando de voz).
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