sábado, 30 de maio de 2009

Projeto do mês: Maio 2009 - Interatividade: Blumer

As empresas voltadas a projetos especiais e interativos tem em seu DNA o engajamento 1 a 1, tanto buscado por operações de Digital Signage pelo Brasil e pelo mundo. Sempre acreditei na possibilidade de utilizar essa criatividade "stand-alone" e reproduzir em escala, utilizando tecnologias de Digital Signage.

A Blumer desenvolveu uma recepcionista virtual interativa para a LG, esse foi o meu projeto do mês de maio.

A personagem é projetada em vidro, causando a sensação holográfica, e controlada por um operador através de joystick e comando de voz, que mimetiza a expressão labial e reproduz a voz alterada por computador.


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Para a felicidade do público masculino, os programadores afirmam que as medidas da recepcionista virtual podem variar de acordo com gosto do cliente.

Essas e outras inovações podem ser vistas no showroom da Blumer:

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Projeto do mês: Abril 2009 - Taxis: VoltMidia

Essa série mensal vai falar sobre os projetos mais interessantes que encontro em minhas viagens e visitas a clientes. Vou começar com um pequeno atraso, retornando a Abril, com o projeto que me originou a idéia...

volt.mídia - Curitiba, Paraná
A área transportes é um dos mercados verticais mais aquecidos no Brasil no momento, com projetos de norte a sul do país. O projeto da voltmídia, em taxis, é um exemplo do empreendedorismo arrojado e inovador que o segmento precisa, unindo aprendizado de experiências internacionais (adaptadas ao Brasil), tecnologia de ponta e benefícios a todas as partes envolvidas.
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Entre 2007 e 2008 algumas empresas em SP realizaram as primeiras iniciativas do país, instalando LCDs nos encostos de cabeça em taxis, sobretudo nos de Congonhas/SP. Essas primeiras iniciativas utilizavam um pequeno LCD alimentado por um cartão SD/CF (similar ao de máquinas fotográficas digitais), com atualização manual (sem conexão com a internet). Esse tipo de sistema não gera relatórios e não há nenhum tipo de monitoramento para saber se o sistema está ou não no ar, depende inteiramente da boa vontade do taxista relatar qualquer problema ou mesmo ligá-lo.

Não tardou e comecei a ver as telas desligadas cada vez mais frequêntemente. O áudio incomodava o taxista e o passageiro. A programação em loop, por mais esforçada que fosse, não conseguia engajar o passageiro/audiência de maneira relevante. Sem alguma forma de comprovação de exibição, dificilmente os planejadores de mídia fariam compras regulares e o projeto fica a mercê de anunciantes ocasionais.

No exterior, as primeiras iniciativas em maior escala ocorreram entre 2005 e 2006, sobretudo nos EUA e Canadá. Em 2007, a Clearchannel em parceria com a NBC, instalou nos taxis em NY uma solução bem interessante:

- Ao invés de forçar os anúncios aos passageiros, eles tornaram as telas interativas, permitindo navegar por páginas de seu interesse, ver mapas em tempo real (com GPS) e realizar pagamentos por cartão de crédito. Pense primeiro na audiência, depois no anunciante - Relevância e sucesso andam lado a lado.

Grata surpresa ao chegar no Paraná e ver que o pessoal da Volt.Midia preferiu equipar relativamente poucos taxis (Cerca de 50), mas não economizaram em relevância e inovação. No geral (sempre há espaço para evolução), é de longe o melhor projeto de taxi que vi no Brasil até essa data e um dos melhores projetos interativos do país, em linha com os conceitos mais avançados que existem no exterior.

Não me surpreenderia em descobrir que esse projeto, mesmo com custos comparativamente mais altos de instalação, está tendo maior lucratividade em 50 taxis do que o modelo utilizado em SP, em cerca de 200 (ou mais) taxis.

O sistema é baseado em um LCD touchscreen, PC, GPS e internet via celular, instalados no taxi, desafio técnico consideravelmente mais complexo do que o modelo de cartão citado. Relatórios são gerados e a rede é monitorada - para a confiança dos anunciantes. Benefícios são também agregados ao sistema para cooperativa de taxis, como um sistema de chamada baseado em GPS. Ou seja - confiança para o anunciante, relevância para o passageiro, serviço prestado para o taxista.

Em tempo, recentemente o Taxi & Limousine Commission de New York lançou um RFI para o "Taxicab Passenger Enhancement Program", visando melhorar a "experiência" de se viajar em taxis para passageiros e motoristas. Acesso a internet, conectividade com celulares, padronização de formatos de anúncios, novas formas de pagamento, mapas, gerenciamento de frota etc. É o que eles chamam de Taxi 2.0.

terça-feira, 26 de maio de 2009

ABDOH FAZ EVENTO FORTE E DEMONSTRA EFICIÊNCIA DA MIDIA DIGITAL OUT-OF-HOME

Fonte: ABDOH (20/05/2009)




A ABDOH – Associação Brasileira de Mídia Digital Out-of-Home – realizou ontem, 19, em São Paulo, um seminário para o meio publicitário sobre o tema. Brian Dusho, membro do board da Out Of Home Vídeo Advertising Bureu (OVAB) na Europa e do comitê de padrões e pesquisa (Standards and Research Committee) na OVAB dos Estados Unidos, deu início ao evento e apresentou exemplos de como o setor tem crescido no mercado norte-americano, quais os reais desafios e oportunidades, além de traçar um cenário para a expansão desta indústria nos próximos anos.


Com um mercado estimado em mais de U$ 2 bilhões nos EUA e uma das mais altas taxas de crescimento no mundo, Dusho acredita que o mercado de mídia digital out-of-home atinge com maior eficácia o consumidor atual que passa cada vez menos tempo em casa. “As novas possibilidades de publicidade em meios digitais são uma realidade. As mídias tradicionais nem sempre atingem diretamente o consumidor desejado, além de ser uma opção de altíssimo custo para uma audiência hoje muito pequena. A medida de todas as mídias é o público, que nos dias de hoje busca por opções ativas e interativas que ofertem exatamente o que ele procura”, afirma o executivo.


Os resultados da utilização deste tipo de mídia despertam a atenção. Durante um trabalho realizado pela OVAB em outubro do ano passado para a Team Fox, entidade com o objetivo de disseminar informações sobre o mal de Alzheimer e dirigida pelo ator Michael J. Fox, o retorno foi surpreendente.


“O nosso objetivo era criar uma campanha para auxiliar na conscientização do público sobre a doença e o trabalho desenvolvido pela Team Fox. Produzimos dezenas de peças criativas e aumentamos em 20% a procura na Internet por mais informações sobre o tema e o trabalho difundido pela entidade. Além disso, o trabalho da OVAB possibilitou que as pessoas passassem a perceber positivamente a Team Fox e perpetuassem essa mensagem”, diz Dusho.


Nos EUA, esse tipo de mídia segue uma trilha de sucesso e já existem redes trabalhando juntas no desenvolvimento de conteúdo adequado para esse público. “A idéia é interceptar diferentes públicos em seus trabalhos, momentos de lazer e na vida social com uma mensagem que forneça valor”, garante Dusho.


O mais importante conceito da mídia digital out-of-home é a oferta de comunicação dirigida para audiências cativas, como, por exemplo, em monitores instalados em redes de supermercados, shopping centers, postos de gasolina, aeroportos, bares e restaurantes, entre outros. Há ainda programação segmentada para públicos que se encontram em elevadores, ônibus, metrô, trens e consultórios médicos.


Pesquisa Ipsos Marplan mostra alta penetração do Meio no Brasil


A diretora do Ipsan Marplan, Daina Ruttul, apresentou ao público presente a primeira pesquisa realizada pelo instituto sobre o tema no Brasil. Realizada no primeiro trimestre de 2008 na região da Grande São Paulo com mais de 11 mil pessoas, a pesquisa apontou que o assunto mídia digital out-of-home é bem recebido pelo público. 47% dos entrevistados afirmaram que haviam visto ou assistido a esse tipo de conteúdo nos últimos 07 dias. Já 67% garantiram ter essa lembrança nos últimos 30 dias. O acesso ao conteúdo atingiu 46% da classe A/B e 44% da classe C, números que demonstram que a informação pode alcançar diferentes públicos com distintos hábitos de consumo.


Debates


A mesa de debates foi composta pelo moderador Geraldo Leite, além da presença do presidente da ABDOH, Waltely Longo. Participaram ainda Alexandre Cardoso, do Terra, Angelo Franzão, do Grupo de Mídia SP/McCann Erickson, Alexandre Ugadin, Diretor de Mídia da Neogama BBH, Daina Ruttul, do Instituto Ipsan Marplan e Rodrigo Lacerda, Diretor de Marketing Corporativo do Carrefour.

Os participantes reforçaram a importância de disseminar o conhecimento da mídia digital out-of-home sobre o meio publicitário, posicionando-o como uma poderosa ferramenta da construção de marcas de produtos e serviços.


Sobre a ABDOH


A Associação Brasileira de Mídia Digital Out-of-Home foi criada com o objetivo de congregar empresas e profissionais desse importante e crescente segmento da mídia nacional e internacional, além de incentivar as relações entre os associados e o mercado publicitário.

www.abdoh.com.br

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Eventos em SP e RJ na semana que vem (maio 09)


Como lembrete, o Brian Dusho, presidente da BroadSign International vem ao Brasil na semana que vem, representando a OVAB, para duas palestras (abaixo).

Esses eventos tem o objetivo de divulgar a evolução desse mercado e o sucesso de diversas ações publicitárias executadas no meio digital out-of-home. Portanto - convidem seus clientes e anunciantes!

Dia 19/5 em São Paulo - inscrição no popup no site da ABDOH
Dia 21/5 no Rio de Janeiro - 4o Fórum Internacional de Mídia, organizado pelo Grupo de Mídia do Rio de Janeiro. Informações sobre o evento abaixo:

IV Fórum Internacional de Mídia

Espaço de Cinema- 21 de maio

Conceituados nomes estarão debatendo “Tecnologia mudando comportamentos”.

Confira o Programa aqui.

O IV Fórum Internacional de Mídia acontece na Espaço de Cinema, Rua Voluntários da Pátria, nº 35.

Inscrições com Fatinha Mendes pelo telefone 21.3392-1478 ou pelo email webmaster@midiarj.org.br

Valor: R$ 200,00.

Patrocínio: Grupo Bandeirantes, Editora Globo e Turner
Apoio: DSOne e Rain
Produção: Dzaine

terça-feira, 12 de maio de 2009

Saiba quando é melhor segmentar seu público por personalidade ao invés de demografia

Recentemente encontrei um interessante artigo na adage, referente a uma pesquisa realizada pela Mindset Media, que sugere que certas audiências são melhor alcançadas se levarmos em consideração seus aspectos de personalidade ao invés de aspectos demográficos como idade, sexo ou renda.

Ao investigar um pouco mais, descobri que a Mindset Media trabalha com a Nielsen Online e parece ser um grande agregador de mídia online (ou seja, um portal onde você compra x inserções de banners, que são "garantidos" de acertar sua audiência pelos serviços e algoritmos da Mindset).

Esse é um interessante paralelo com nosso segmento, uma vez diversos agregadores de mídia para digital signage começam a surgir também em nosso espaço. Assim como praxe do mercado, esses portais apresentam suas ferramentas de segmentação por demografia.

Alguns aspectos de personalidade citados são o estágio na vida (life stage) e o estado de espírito (bem, essa foi minha tradução para mindset).

Outro possível paralelo interessante que me chamou a atenção foi que o público que eles chamaram de "dynamics", aqueles mais conectados e envolvidos na agitação urbana dos tempos modernos, simplesmente não são atingidos pela TV. Acredito que o Digital Signage atinge 100% desse mesmo perfil de público.

Ou seja, quero concluir que nesses tempos econômicos difíceis, o Digital Signage é um meio com segurança de sucesso em atingir eficazmente esse público.

"Pessoas dinâmicas não assistem TV. Tampouco aquelas que são mais abertas ou líderes natos. Pessoas dinâmicas, descritas como sempre em movimento com um estilo de vida frenético, são 50% mais propensas a assistir menos TV do que uma pessoa comum, e 59% mais propensas a assistir menos de 1h de TV por dia. Pessoas dinâmicas são 46% mais propensas a comprar entradas de cinema online... A lição aqui é que se o seu público alvo são as pessoas dinâmicas, abertas e seguras de si, a TV pode não ser o melhor local para alcança-las, diz a Sra. Welch".

Eis o texto na integra comentando alguns interessantes achados:

NEW YORK (AdAge.com) -- Forget using focus groups and demographic data to find out what media your target audience uses. Go with a personality test instead.

According to data from psychographic-research company Mindset Media, personality is often a more effective prediction tool for media usage than age, gender and income.

Sarah Welch

"We had a hunch that people's personalities played into the kind of media they consumed," said Sarah Welch, Mindset Media co-founder and chief operating officer. "Demographics have long been thought to be [the indicator for] media consumption. Young people use the web and watch TV, for instance. But there are so many different effective ways to reach people ... using whatever psychographic your target segment has."


The study did include demographics, and those overall findings reinforce common notions such as younger people consume more new media, like the internet; older generations prefer print; high earners are most likely to read a newspaper daily; and women read magazines more than men.


However, Mindset execs said the real discoveries are the findings based on personality. For instance, people who have a lot of "bravado" -- who prefer to leap before they look -- are 50% more likely than the average person to be heavy consumers of all media. The same is true for people who rank low in "compliance" -- those who chafe at rules and may be sarcastic. They are 60% more likely than the average person to be high consumers of all media.


Mindset Media works with 21 "standard elements" of personality it's come up with, including leadership, openness, perfectionism and dynamism. Survey respondents are ranked in those attributes on a one-to-five scale. Leadership ones, for example, are follow-the-crowd types, while leadership fives blaze trails.


Mindset surveyed more than 5,000 respondents via Nielsen's Online Panel in late 2008 and plotted their media proclivities along with those personality traits.

And while the personality findings alone are interesting, the added value for marketers lies in combining those preferences with traditional demographic data, as well as other habits and tendencies. Taking all that information into account can sharpen a media buy, narrow down possible product extensions or just offer a better read on core audiences' attitudes and behavior.


Below is what Mindset found, in categories broken down by media.

If you do the following, which medium are you likely to consume?


Drive a hybrid car

INTERNET

The interesting thing about the internet is it's starting to look more like TV. That is, the internet is almost more of a mass medium than TV.


"What we're seeing is that almost everyone is using the web in some way. So in the aggregate, it's a bit more vanilla than it used to be, because it's so integral to everyday life," Mr. Durant said. "And more and more people are reducing their TV watching, so TV is actually less vanilla than it used to be."


Top web users rank high in openness, and to a smaller degree, those who rank high in bravado are top users, too. Those highly open people who favor the web are 153% more likely to always buy organic products and 104% more likely to drive a hybrid car.


Low-level consumers of the internet tend to rank high in dogmatism, and are described as socially conservative people who tend to look to a religious or moral authority for guidance. "People who are more liberal are more likely to have the internet as the most consumed media," Ms. Welch said.


Eat organic cereal

NEWSPAPERS

Finally, some good news for newspapers: Optimists are on your side. Optimists spend more time with newspapers than any other medium, and they probably recycle it, too. They're 51% more likely to go out of their way to purchase recycled goods, 34% more likely to drive a luxury car and 30% more likely to have bought four or more PCs in the past two years.


Dynamic people rank as the largest group of newspaper readers, followed by leaders.

"Essentially what you're seeing here is what TV doesn't have, newspapers do," said John Durant, Mindset manager-product development. Bravado fives, who can be stubborn and show a willingness to be sharp-tongued, are the least likely to read newspapers.

The strong-leadership group, described as people with strong decision-making skills and a preference to include everyone, read newspapers and also are 68% more likely to always purchase organic breakfast cereals and 61% more likely to buy three or more pairs of sneakers every year.

Have a large music collection

MAGAZINES

Magazines do tend to follow a bit in the footsteps of newspapers, with dynamic people again ranking as the largest group of readers. However, the second-biggest group of magazine readers is people who are very open.


Those open people, those who are willing to explore and are comfortable with emotions, are also more likely to try new foods, go out to the movies and own large music collections, Mr. Durant said.


People who rank low in diligence, or those who aren't goal oriented or self-motivated, also rank low in magazine readership. Introverts also were found to shy away from print in the study. Introverts are 56% less likely to vote in presidential elections and 34% less likely to own a car.

Watch movies

TV

Dynamic people don't watch TV. Neither do people who rank high in openness and leadership. Dynamic people, described as always on the go with a hectic lifestyle, are 50% more likely to watch less TV than the average person and are 59% more likely than the average person to watch less than an hour of TV daily.


Dynamic people are also 45% more likely to buy movie tickets online and 26% more likely to describe themselves as Mac people. "The lesson here is that if your core target is really dynamic, open and assertive, TV may not be the best place to reach them," Ms. Welch said.


So who does watch TV? People with low dynamism are 53% more likely to watch more TV, as are those who rank on the low end for openness and leadership. Those who rank high in bravado or are risk takers also rank high for TV watching. Why? Ms. Welch hypothesized, "Bravado fives are [people] who [don't] plan, so it's easy to see how [they] can end up sitting on the couch watching TV for an unplanned amount of time."

Click from show to show

RADIO

Here's where the dynamic people come home to roost. While they eschew TV, they devour radio--not only in their cars when they're on the go with their busy schedules but also at home, where they can multitask while listening to the radio.


Highly dynamic people are also 36% more likely to click around from show to show (on both TV and radio) and say, "I'm always looking for something better than what I'm watching."


Introverts consume almost no radio, according to Mindset's study, and people low in diligence also consume less radio. The nondiligent are also 50% more likely to watch five hours or more of TV a day, 32% more likely to not plan ahead and just pick a movie when they get to the theater, 27% more likely not to have an affinity for either PCs or Macs, and 25% more likely to restrict their kids from using the internet instead of other media.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Interatividade no Picadilly Circus com o McDonald's

Encontrei esse interessante projeto de comunicação digital out-of-home do McDonald's em Londres. Envolve interatividade em sua forma mais simples: trabalhar o conteúdo para efetivamente engajar sua audiência (ah sim, e na foto a logo marca do anunciante também aparece..)